Débil Mundo (continuação)
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[…]
Pranto.
Olho perdida o fatal prometido,
Onde tudo perdeu o encanto
E nada será o que havia sido.
Rezo.
Orações perdidas com o vento
Num Mundo agora leso.
Sombra do que foi o meu alento.
Vivi.
Apelo aos deuses que me guiem,
Vendo lutar cada um por si.
Estou sozinha, sem ninguém;
Aqui, onde a vida vale menos que o respirar
E qualquer anjo é capaz de matar.

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