Débil Mundo (continuação)

0
[…]
Pranto.
Olho perdida o fatal prometido,
Onde tudo perdeu o encanto
E nada será o que havia sido.
 
Rezo.
Orações perdidas com o vento
Num Mundo agora leso.
Sombra do que foi o meu alento.
 
Vivi.
Apelo aos deuses que me guiem,
Vendo lutar cada um por si.
Estou sozinha, sem ninguém;
Aqui, onde a vida vale menos que o respirar
E qualquer anjo é capaz de matar.

Sobre mim

"Sou pessoa, Forte e cobarde animal. Grito até que a alma me doa, Clamor de um pecado capital. […] Sou o que nunca fui, Tornei-me no que jamais serei. Nova calamidade que assim flui, Senil promessa que não quebrarei. Sou pessoa, Fútil ser onde o coração ecoa."

0 comentários: