Omnipotente palavra
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Num tempo obstante,
Força divina que me enfraquece.
Ser que sou de alento inconstante,
Devaneio que meu fado tece.
Indomável seja a tua palavra,
Submissa ao teu olhar serei.
Que se faça do meu passado uma ilusão macabra,
Predito facto que não temerei.
Omnipotente toque capaz de me redimir,
Mera brisa que me faz sorrir.
Silenciosos olhos os daquele que não quer ver,
Vera essência onde quero revivescer.

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